Fundado por Guilherme Oliveira Álvares, negócio de vending machines se expande por diversos estados e prepara avanço na América Latina
“Renda recorrente não é casual. É modelo bem estruturado.”
Foi com essa lógica que Guilherme Oliveira Álvares transformou uma renda extra em um negócio escalável. O que começou com a operação de máquinas de venda automática evoluiu para o Grupo Avend , que hoje atua em diversos estados brasileiros.
Em 2025, a empresa faturou R$ 18,5 milhões, com 133 máquinas instaladas em pontos estratégicos — um número que reflete a consistência do modelo.
Modelo simples, mas altamente replicável
O crescimento do Grupo Avend é baseado em uma estrutura direta e eficiente:
- escolha estratégica de pontos
- operação padronizada
- alteração e gestão recorrente
Essa combinação permite previsibilidade de receita e facilidade de replicação, dois fatores essenciais para negócios que buscam escala.
Na prática, cada máquina se torna uma unidade geradora de receita, funcionando de forma quase autônoma, com necessidade reduzida de intervenção constante.
Recorrência como motor do crescimento
Diferente de modelos baseados em vendas pontuais, o negócio de máquinas de venda automática se sustenta na recorrência.
A frequência de consumo, aliada à localização estratégica, cria um fluxo contínuo de faturamento — permitindo um crescimento mais estável e previsível.
Esse tipo de estrutura reduz a dependência de grandes picos de vendas e favorece a construção de um negócio mais consistente no longo prazo.
Expansão via franquias e novos mercados
Com o modelo validado, o próximo passo foi natural: expansão.
A empresa iniciou o movimento de franquias, permitindo replicar a operação em diferentes regiões com apoio de novos parceiros.
Além disso, o Grupo Avend já se prepara para entrar em novos mercados na América Latina, ampliando seu alcance e potencial de crescimento.
Escala como estratégia principal
A trajetória do Grupo Avend reforça um conceito central no empreendedorismo moderno: quando o modelo é replicável, o crescimento deixa de depender apenas do esforço operacional.
Passa a depender de escala.
E, num cenário onde eficiência e previsibilidade são diferenciais competitivos, negócios estruturados dessa forma não apenas crescem.
Se multiplicam.



